Li uma notícia sobre um projeto que tem a iniciativa de homenagear as mulheres do setor jurídico. O projeto chama-se Vade Mecum da Mulher...

Vade Mecum feminino

By | quarta-feira, outubro 24, 2012

Li uma notícia sobre um projeto que tem a iniciativa de homenagear as mulheres do setor jurídico. O projeto chama-se Vade Mecum da Mulher.
Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o assunto. Já têm muitas estudantes querendo esse lançamento. Talvez seja interessante escrever algo sobre o assunto, para que outras futura advogadas possam também expressar suas opiniões a respeito.



Att,
Jessica Gomes

A ideia não é ruim, até porque o número de mulheres adentrando no mercado jurídico cresce a passos alarmantes de acordo com o tempo. Digamos que isso seja um “mimo”, ou seja, uma personalização de um Vade Mecum à moda feminina, quer dizer, completamente moldado à moda feminina.

Veja os dados segundo o fornecedor do Vade Mecum feminino:

A advocacia passou a atrair mais a atenção das mulheres nos últimos 30 anos, elas representam 55% do total de matrículas e são 58% dos estudantes que concluem o curso de Direito.

Segundo dados do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), 17% dos aprovados em concursos para juízes em 1985, eram mulheres. Dez anos depois elas representavam 29%.

De acordo com a Comissão Permanente da Mulher Advogada (CPMA), fundada em 1992 na OAB-RJ, elas já são 80% do quadro de estagiários.

Hoje, 34% dos cargos de comando nos setores jurídicos das grandes empresas são ocupados por mulheres.

Entre os advogados que declaram imposto de renda, 59% são mulheres.

As mulheres são maioria entre os inscritos nos cursos de Direito e na OAB.

Elas vieram com tudo para o mundo jurídico.



Saber reconhecer que as mulheres estão aumentando sua participação no mercado jurídico é uma coisa, e o fato delas, ou da maioria delas, aceitarem usar acessórios personalizados é outra completamente diferente. Mas como mulher tende a ser detalhista, provavelmente essa ideia vai cair como uma bomba para as juristas. E você leitora, deixaria de comprar o tradicional Vade Mecum para aderir ao Vade Mecum personalizado?
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