sexta-feira, abril 12, 2013

Homem é pago para matar mulher, se apaixona pela vítima e simula crime com ketchup


Eronildes Aguiar Araújo contou nesta quarta-feira (21) que recebeu R$ 240 para forjar a própria morte. Moradora de Pindobaçu (BA), a dona de casa fez um bem-bolado com o ex-presidiário Carlos Roberto de Jesus, que estava contratado para assassiná-la, mas desistiu em nome do amor.
A suposta mandante do crime, Maria Nilza Simões, teria pago R$ 1000,00 a Carlos Roberto para matar a inimiga. Quando encontrou a vítima para executar o serviço sujo, o ex-presidiário percebeu que a conhecia e resolveu poupar sua vida. Ele pediu que Eronildes deitasse num matagal coberta de ketchup e posasse para umas fotos com uma faca “enfiada” no braço. O resultado não foi dos melhores, mas convenceu a mandante do crime.
 A história já seria bizarra se parasse por aí, mas, dias após o falso assassinato, Maria Nilza viu o ex-presidiário numa feira livre beijando a mulher que deveria estar morta. Indignada, foi à delegacia acusar Carlos Roberto de roubo.

Ao receber a intimação, Carlos Roberto e Eronildes resolveram contar toda a verdade ao delegado. Resultado: os três envolvidos respondem a processos na Justiça em liberdade. Maria Nilza está respondendo por ter encomendado o crime; o ex-presidiário, por extorsão, e a “vítima”, por coparticipação.

*Com informações do UOL


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O Autor


Henrique Araújo: Jusblogueiro desde 2012 e alérgico à lactose desde sempre. Acredita que o conhecimento só é válido quando compartilhado e está aqui pra somar. Melómano, amante do direito constitucional e enxadrista por teimosia. Docente em formação, escreve por hobbie e espera que esse Blog seja útil pra você. Aprovado no XIX exame da OAB. Sabe que um mundo perfeito é utópico, mas que é perfeitamente possível torná-lo melhor por algo ou pra alguém, escolheu o direito como ferramenta de materialização dessa ideia. Sigam-me os bons.

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