4.19.2018

Dicas para elaborar um bom TCC [pedido da leitora]

4/19/2018 12:43:00 PM
Dicas para elaborar um bom TCC


O trabalho de conclusão de curso é uma das últimas tarefas da graduação. É, também, o tema de hoje de nossa coluna pedido do leitor. Trata-se de espaço reservado única a exclusivamente para respondermos e-mails dos (as) queridos (as) jusamigos (as) espalhados por esse Brasil.

Na verdade, Jusamigas. Quase todos os e-mails, dúvidas e comentários que recebo são provenientes do público feminino. As mulheres dominaram o direito. Inclusive esse e-mail é de uma querida seguidora/leitora. 

O e-mail recebido ontem possui o seguinte teor:

Bom dia !!! Sou estudante de Direito e gostaria de dicas para me dedicar aos estudos e provas com facilidade, e também dicas para um TCC formal.
Att.
B. A.
Atenciosamente,
B.A.B

Quanto ao modo de estudo direcionado para provas, recomendo e leitura dos seguintes textos do blog.



O enfoque do texto de hoje estará no segundo ponto do e-mail, qual seja, dicas para elaborar um bom TCC. O presente texto não tem por objetivo esgotar a abordagem do assunto, pretendo elaborar futuramente um material mais denso sobre o tema.

No momento, apontarei 05 aspectos imprescindíveis para um bom desenvolvimento de um trabalho de conclusão de curso. Vamos lá.

1. Escolha uma área com maior afinidade/domínio

Um erro bastante recorrente que percebo acerca desse assunto está na ansiedade em busca de um tema antes de o(a) pesquisador(a) verificar uma preliminar essencial: afinidade com a área. 

Atentar-se à afinidade com a área é mais essencial que a afinidade com o tema. Este é consequência daquele, não o contrário. Se você não curte direito penal, por exemplo, dificilmente irá se interessar por algum ponto desta área para passar um bom tempinho pesquisando. 

Além disso, um tema de área que você tem um bom pré-conhecimento vai poupar tempo no estudo. Parece bobeira, mas poucos(as) prestam atenção nisso.

Por isso escolhi direito constitucional para meu TCC. É minha matéria favorita. Isso sem dúvidas foi imprescindível para minha nota máxima e a posterior publicação dele. 

Antes de queimar suas pestanas em busca de um tema para chamar de seu, preocupe-se em buscar em si mesmo(a) a ciência da área do direito que mais te chama atenção. Isso facilitará bastante tanto o desenvolvimento do trabalho quanto a escolha do seu tema.

A primeira pesquisa é a interna.

2. Seja extremamente criterioso(a) com as fontes utilizadas

O TCC, seja monografia ou artigo científico, constitui um trabalho notadamente técnico. Em que pese muitos não possuírem essa qualidade acadêmica, dado o fato do estelionato educacional cujo curso de direito é uma das vítimas, eu vou presumir aqui que você levará a sério o seu trabalho e não o verá apenas como um trabalho em que você tem que escrever X folhas.

Um(a) pesquisador(a) minimamente preparado deve ter toda atenção do mundo para as fontes utilizadas em sua abordagem acadêmica. A principal delas sem dúvida reside nos livros. 

Quanto a eles é muito interessante privilegiar os volumes, cursos e tratados e só utilizar manuais em última hipótese. Manuais costumam ser mais generalistas que os demais livros, portanto não costumam aprofundar temas, mas sim informam um breve estado da arte dos institutos.

Contudo, nem só de livro viverá o homem. Atualmente temos na internet um rico acervo qualitativo de trabalhos acadêmicos dignos de menção. Porém, nem tudo que está na internet faz jus à uma menção em trabalho técnico.

É perfeitamente possível redigir um TCC (artigo ou monografia) utilizando material da internet. Quais materiais? Artigos, teses e monografias de periódicos científicos ou repositórios de instituições educacionais. 

Você pode conferir a lista completa e a nota qualitativa desses periódicos acessando a plataforma CAPES clicando aqui.

Não precisa ignorar a internet para redigir um bom trabalho, use de forma inteligente e criteriosa. 

3. Escreva para ser lido, não simplesmente para cumprir tabela

Isso serve para qualquer um que deseje usar da escrita. Um defeito latente que percebo, especialmente em trabalhos acadêmicos, é o esforço que muitos (as)  fazem para não serem compreendidos (as).

Como criticar é muito fácil, darei aqui alguns toques para deixar seu texto leve como a brisa do mar e saboroso como aquele sorvete de frutas sem lactose tomado num verão escaldante.

Introdução é para introduzir. Use a introdução para apresentar o tema, não para adentrar no mérito em si. Informe o assunto, a relevância de abordar esse assunto, o método de pesquisa utilizado, como será feita a divisão do trabalho nos tópicos seguintes e nas considerações finais. 

Dê ao seu leitor a possibilidade de visualizar o seu trabalho por inteiro. Após instigar, aguçar o paladar do leitor através da entrada, ai sim você começa a de fato apresentar o prato principal, a abordagem do assunto propriamente dito. Por isso evite ao máximo, aqui, usar citações, especialmente as diretas. 

Use sentenças curtas e parágrafos curtos. A leitura visual da banca conta bastante. Não há nada mais desestimulante que dar de cara um texto que cada parágrafo possui 20 linhas. Um absurdo. Dificilmente alguém além de sua banca irá apreciar. Só a banca porque ela está sendo obrigada e olhe lá. 

Cite realmente o que realmente é necessário. Esse é um problema bastante recorrente que verifico em trabalhos acadêmicos do pessoal do direito. Se o seu interesse ao mencionar um julgado está num pequeno trecho dele, cite apenas o trecho, substituindo o que vier antes/depois por colchetes [...]. A mesma observação serve para citações de doutrina.

Assim evita a tragedia de citar um julgado que ocupa simplesmente METADE de uma folha ou até mesmo a folha inteira. Isso é horrível. Muitos praticam esse péssimo ato até mesmo para preencher logo o número de folhas mínimas exigidas pela universidade. Isso já entrega o nível de comprometimento e dedicação do(a) aluno(a) quando da elaboração do trabalho. O segredo está nos detalhes.

Existem outros pontos que mereciam destaque, mas só a observância desses já garante que seu texto terá uma boa cadência e não terá uma leitura truncada, facilitando sua leitura e fazendo a alegria de todos que forem lê-lo, inclusive a banca examinadora. 

4. As normas da ABNT não são esse bicho de sete cabeças

Gente, estamos na era da internet. Internet está ai para ser usada. Até tutorial passo-a-passo há no youtube explicando devagarinho como formatar o trabalho. Seja no word, seja no libreoffice

Caso o tempo esteja corrido, há sites que formatam automaticamente. Assim como existem profissionais dedicados para isso. 

Inclusive eu recomendo sempre que você passe seu TCC para alguém ler antes de apresentar, não precisa necessariamente ser um profissional, mas alguém que possa verificar inclusive erros de ortografia que passam batidos. 

Se no meio disso puder ver errinhos de ABNT, melhor ainda. No entanto, se essa pessoa não existir em sua vida, a recomendação é deixar seu trabalho de molho, ou seja, ficar alguns dias sem tocar nele, e depois proceder a leitura. Você irá constatar erros que não percebeu enquanto estava elaborando. É perfeitamente normal.

5. Evite ao máximo o uso de subterfúgios no momento da apresentação

Talvez esse seja um dos traços mais marcantes que eu percebo por parte do pessoal do TCC: A má qualidade da apresentação do trabalho.

Em algumas instituições, a apresentação do trabalho compõe a nota do TCC, não apenas o conteúdo dele. Nesses casos o cuidado com a apresentação é ainda maior. Ou deveria ser.

Pessoal vai todo na beca, terno, blazer, aquelas roupas sociais que fazem um baita calor, para no momento da apresentação não conseguir sequer ter segurança para explicar para a banca algo que, em tese, foi estudado (ou deveria ser) em meses (ai a necessidade de afinidade/domínio, lembra?).

A esmagadora maioria peca nesse ponto. Muitos usam papelzinho, slide e outros subterfúgios para explicar o seu trabalho. Particularmente considero o uso de QUALQUER ferramenta que não seja o seu gogó (fala, oratória) algo que mais irá atrapalhar do que ajudar. Que mais advoga contra do que a favor.

Até agora nunca vi um(a) aluno(a) que domina de fato o seu tema precisar disso. Geralmente o pessoal que faz uso de papel/slide costuma não dominar o assunto e reza com todas as forças para que a banca não abra a boca para perguntar nada.

Evite esse problema: estude o seu trabalho. Ensaie a sua apresentação. O tempo dado não costuma ser maior que 10 minutos. Você não tem que dar uma aula, tem apenas que mostrar a relevância do seu tema, como pesquisou, qual foi o problema abordado e qual foi a conclusão de sua pesquisa. Isso pode ser explicado em menos de 10 minutos. 

Você pode até guardar um roteiro e deixar ali na reserva para conseguir engrenar caso bata aquele branco. Deixe ali para um caso de emergência, para servir de gancho apenas! Nada de ficar recitando papelzinho. Mas se não bater, deixe lá. Finja que ele não existe. 

Se você não estudar, a insegurança será ainda mais brutal e de fato o uso do papel/slide será sua fuga. 

Não esqueça: é seu último ato como graduando(a). Será que não merece uma apresentação digna? Não merece que você de fato ensaie, estude a apresentação? Não merece que você de fato justifique o uso daquelas vestimentas chiquérrimas e calorosas? Do que adianta o terninho e blazer se ao abrir a boca não sai nada minimamente consciente que não precise de papel para ser dito? 

Estude que a confiança vem. Vá por mim. Palavras de um dos caras mais tímidos da turma e que não usou papelzinho nem pra caso de bater branco. Desejo sucesso pra ti, conte comigo, ok? Meu E-mail está sempre de "portas abertas". Vamos que vamos. Até a próxima.

4.16.2018

Porque você não é a sua nota - um relato pessoal

4/16/2018 09:46:00 AM
Porque você não é a sua nota - um relato pessoal


Prezados acadêmicos [Jusamigos(as)!], recebo muitos e-mails acerca dos mais variados assuntos de estudantes dos quatro cantos do País.

Quando considero o tema de utilidade pública, posto na coluna pedido do leitor ou espaço do leitor.

Verifiquei que um tema bastante interessante e que tira o sono de algumas pessoas ainda não foi debatido aqui em primeira pessoa: A dissociação entre sua capacidade e a nota que você tira na faculdade.

E o motivo é simples: Nem sempre o que está em jogo é apenas "estudo". E uma nota indesejável não deve ser vista como motivo de desânimo, mas sim como ponto de partida para um desenvolvimento mais intenso em seus pontos fracos.

A meta é tornar essa fraqueza uma de suas maiores fortalezas. 

A forma como você encara esse ponto é crucial para o seu desenvolvimento.

Para enriquecer o tema, decidi hoje trazer para vocês um pedacinho de minha trajetória acadêmica que reflete bem sobre isso.

Prepare a pipoca e relaxe. Vamos lá.

Há aproximadamente 4 ou 5 anos, eu estava no 2º ano da faculdade, indo para o terceiro. Fui um dos piores anos de minha vida. Meu pai havia desencarnado e o impacto foi exorbitante. 

Ele era o meu melhor amigo. Todos os dias me esperava sentado em sua cadeira de balanço voltar da faculdade. Eu estudava pela noite. 

Conversava comigo, trocava ideia muito sobre direito penal, pois ele era policial civil. 

Perder ele bem no meio da faculdade não foi fácil. Pensei em trancar. Mas lembrei da história de vida dele e disso arrumei forças que nem sei como, mas me ajudaram a prosseguir aos troncos e barrancos. Até prova chorando cheguei a fazer. Nada de escandaloso pra ninguém ter peninha de mim, afinal isso não condiz com meus princípios nem com a criação que tive. É que realmente a barra estava pesada. Meu velho faz falta até hoje, mas naquela época fui muito mais dolorido. 

Meses após o desencarne dele, o semestre acabou e mais um estava prestes a começar. Decidi pegar uma matéria muito importante com um dos melhores professores do Estado. Ficava no campus da capital, pedi transferência e foi aceita.

Para que seja aceita essa transferência é preciso que sobrem vagas. É preciso que os alunos "originais" do campus não lotem a turma. E quando a turma não lota é sinal que o Professor não dá moleza, é bastante exigente. Mas era isso que eu queria mesmo. Então fui.

Pois bem, apesar de ainda não estar 100% focado na faculdade, tentava estudar. Mas usava livros diferentes dos recomendados pelo professor, pois não entendia muito bem a linguagem dos livros que foram indicados e me adaptei melhor com outros.

A matéria era direito constitucional, a última cadeira para ser mais exato.

Realmente o Professor fazia jus à fama. Era excepcional, sensacional, possuía um domínio que eu ainda não havia visto nada parecido na minha até então curta passagem pelo curso de Direito. 

No entanto, as coisas não foram muito boas para mim. Ao final do semestre, não atingi nota mínima suficiente para ser aprovado na cadeira. Faltava meio ponto. 

Naquela época na minha faculdade não havia recuperação. Não bateu a média, um abraço. Próximo semestre nos vemos novamente.

Para fechar a tampa do caixão, junto com a prova o professor entregava um espelho de respostas fundamentadas em doutrina e jurisprudência. 

Duas amigas minhas de faculdade que também pegaram Constitucional na capital com outros excelentes professores conferiram minhas respostas ali mesmo na sala. Eu não tinha mais cabeça pra nada. A primeira reprovação na história de minha vida não era nada perto do que eu passei há poucos meses.

Elas me encorajaram a recorrer. Falaram que se eu prestasse atenção, a diferença estava em alguns argumentos que usei com pontos doutrinários diferentes. O professor viu isso, na sala não restava mais ninguém senão eu, duas amigas, todos no fundo dela, e o professor passando as notas para o sistema.

Ele havia salientado que em mais de 10 anos de docência não havia um recurso em detrimento de avaliação feita por ele. Ou foi isso ou foi que em 10 anos ninguém nunca ganhou um recurso.

No entanto, não sei explicar mas ao eu me dirigir à mesa dele para aceitar minha sentença, ele simplesmente permitiu e me encorajou a recorrer. Eu já havia assinado meu nome na lista. Ele poderia ter me reprovado ali. Disse que não colocaria nada no sistema para me prejudicar e que aguardaria o resultado de um eventual recurso.

Pois bem, foi o que fiz.

Em meu primeiro recurso da vida, informei os porquês de minha resposta sem em momento algum trazer nenhum ponto que denegrisse a imagem do professor. Pois realmente ele era e é um exemplo de professor e de ser humano. Por mais que houvesse esse detalhe da nota, eu sai dali tendo ele como exemplo. Decidi que buscaria o conhecimento além do necessário para ter um domínio do direito constitucional, foi uma espécie de ponto de luz, de estímulo a ir atrás para ser um estudante melhor. Não mais um vítima das circunstâncias.

O resultado do recurso saiu. Aprovado na matéria. Minha pontuação subiu. A partir dali recebi o maior estímulo possível para estudar direito constitucional. Meus argumentos divergentes, mas fundamentados, foram aceitos pelo colegiado e acredito que pelo próprio professor também. Que continua sendo um exemplo para mim.

Sei que depois de cursar essa matéria eu não era mais a mesma pessoa. Comecei a me dedicar ainda mais e acabei tomando gosto em direito constitucional. E a partir daí as coisas começaram a mudar. E alguns resultados na época de faculdade vieram:

1. Fui coautor de um livro de direito constitucional. Meu ponto foi controle de constitucionalidade. Matéria estudada na última cadeira. Eu já conseguia aliar os livros que eu gostava com os de leitura mais densa. 

2. Fui aprovado em primeiro lugar geral do campus na  primeira e mais difícil seleção para monitor de uma disciplina. Dou uma paçoca se você adivinhar qual disciplina era. Isso mesmo, direito constitucional, especificamente a última cadeira. Fui monitor de um dos professores mais gabaritados do Brasil. Para você ter uma ideia, em nenhuma outra monitoria teve tanta inscrição com candidatos tão qualificados. Mas só havia uma vaga. Com direito à prova de aula com sorteio do tema ali na hora, votação dos alunos (para eleger quem explicou de forma mais didática) e perguntas orais arguidas pelo professor ao final de nossa explicação.

3. Meu TCC foi elaborado na área de direito constitucional com meu professor de monitoria. Numa das bancas mais rigorosas, afinal salvo engano era apenas eu como orientando dele e dentre os outros membros também havia temor por parte dos colegas dada a rigidez, essa que eu sempre fui atrás e nunca corri. Resultado: Laureado com nota máxima a recomendado para publicação.


4. Meu TCC - em direito constitucional - foi publicado numa das melhores revistas jurídicas sobre o tema do País. E não foi a única publicação feita por mim, já escrevi outros artigos também aprovados. 

5. Ainda no 9º semestre, já terminando a faculdade, fui aprovado no exame da OAB - numa primeira e única tentativa - cuja segunda fase fiz numa área que dou uma paçoca se você acertar qual foi: Direito Constitucional.

Tudo isso por causa desse susto que tomei lá no meio da faculdade. A forma como encarei aquilo mudou completamente os rumos de minha trajetória acadêmica. Eu poderia muito bem desanimar, ter sido reprovado e pegar distância do direito constitucional. Mas fiz exatamente o oposto e me dediquei tanto que ela hoje é a área que sigo pra vida. Já dou aula na matéria e pretendo ser Professor universitário um dia. 

Você não é a sua nota.

3.22.2018

3.18.2018

Calouro(a) de direito: 03 oportunidades acadêmicas que você deve conhecer

3/18/2018 10:22:00 AM
UFPR
UFPR. Imagem: Foto/Reprodução (jornal Direito UFPR)


A fase da calouro no curso de Direito é bem delicada. Não é das tarefas mais fáceis tomar ciência de todas as informações minimamente úteis que servirão de norte durante os longos anos do curso.

São muitas informações desencontradas, muita gente disposta a zoar e pouquíssima disposta a, de fato, contribuir com sua experiência para que o calouro possa ir mais longe, ou ao menos estar a par do que o espera e do que ele pode esperar.

Pensando nisso, no texto de hoje separei as algumas oportunidades acadêmicas que você, calouro (a) de direito, deve estar atento (a). 

Não poderia deixar de agradecer a vocês, calouros(as) do curso, pela constante presença aqui no blog. Fico muito grato em somar forças. Qualquer coisa chamem no e-mail.

No texto descreverei a utilidade para que você reflita se valerá a pena ou não investir nela. 

Portanto, meu objetivo com esse texto não é forçar você a fazer ou deixar de fazer coisa alguma. Quero apenas que você tenha ciência que elas existem.

Acredite, muita gente (inclusive veteranos) passa a vida toda na faculdade e nem tem ciência que há mais coisas na faculdade do que frequentar o semestre, responder provas e seguir para o semestre seguinte. 

Ou então quando tomam ciência já é tarde demais. Não quero que você seja uma delas.

Pois bem, feita essa pequena introdução, vamos lá.

3.15.2018

TRF 5 divulga provas e gabaritos do concurso de juiz federal

3/15/2018 08:51:00 AM
TRF 5 divulga provas e gabaritos do concurso de juiz federal


O último concurso público para o cargo de Juiz Federal substituto do TRF 5 já tem suas provas disponíveis na web.

A prova objetiva já estava acessível desde novembro de 2017, porém 03 provas discursivas - 1 dissertação mais 04 questões abertas e as duas sentenças, uma cível e uma criminal - foram disponibilizadas há no final do mês passado.

Seguem os links dos PDFs

Caderno de questões da prova objetiva: Clique aqui.

Gabarito definitivo da prova objetiva: Clique aqui.

Caderno de prova discursiva [p2]: Clique aqui.

Caderno de prova discursiva [p3 - sentença cível: Clique aqui.

Caderno de prova discursiva [p4 - sentença criminal]: Clique aqui.


Edital, resultados e classificações podem ser conferidos no site da banca examinadora do certame, CESPE.

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Diário de um estudante deDireito

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